segunda-feira, 25 de abril de 2016

Quero desde já anotar aqui as minhas reflexões do período passado, pois acho que isso me vai ajudar a ver as dificuldades que tinha e se as ultrapassei fazendo os e-portefólio propostos pelo meu manual ao longo do do 2º período.

1ªParte

Fosseis allosaurus gragilis - argumentos paleontológicos

Foram encontrados fósseis do dinossauro Allosaurus fragilis, que viveu há 140 M.a., no periodo jurássico, na América do Norte e em Portugal. Essa descoberta pos em mãos, a questão, de como era possivel o mesmo dinosauro estar em dois continentes diferentes, se estes não podiam atravessar o Oceano Atlântico.
Desde o século XVI que vários cartógrafos e geógrafos tinham reparado que os contornos das costas dos continentes americano, europeu e africano encaixavam muito bem. No inicio do século XX, um meteorologista alemão, Alfred Wegener, também reparou nesse caso, e decidiu formar um conjunto de argumentos: argumentos morfológicos, argumentos paleoclimáticos, argumentos paleontológicos e argumentos litológicos.
Alfred Wegener, conseguiu afirmar a sua teoria da deriva dos continentes através de 4 argumentos, mas o mais importante foi o paleontológico.
Alfred Wegener encontrou vários exemplares dos mesmos fósseis em continentes que, atualmente, se encontram muito afastados se as posições desses continentes fossem as atuais, a não ser que há cerca de 260 M.a. atras, todos os continentes estivessem unidos numa unica massa continental gigante, designada por Pangeia. A rodear esse supercontinente existia um único oceano chamado Pantalassa.
Mais tarde, esse supercontinente ter-se-á fragmentado em duas grandes massas continentais: a Laurásia, a norte e a Gondwana, a sul.
Desde então os continentes continuam o seu movimento ao longo do tempo até às posições atuais.

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